O Instituto EDP, através de suas empresas mantenedoras, privilegia o patrimônio cultural e os
valores nacionais, apoiando e promovendo as manifestações culturais de qualidade e o
desenvolvimento da produção artística nacional, com realce para o incentivo à formação de
novos artistas.
A intervenção do Grupo EDP no Brasil no domínio cultural manifesta-se de forma transversal,
nomeadamente no apoio às artes performáticas (teatro, dança e outros), artes plásticas e
literatura.
Além dessas áreas, o Instituto EDP busca apoiar projetos que resgatam a cultura e expressões artísticas regionais, visando valorizá-las e garanti-las às gerações futuras.
Conheça os últimos projetos culturais apoiados pelo Grupo EDP
A Casa de Cultura Caipira Zé Mira, localizada em São José dos Campos, tem a missão de promover, valorizar e estimular o estudo e a pesquisa de toda expressão espontânea de cultura popular, com maior enfoque no tropeirismo e nas tradições da vida rural da região. A Casa de Cultura Caipira Zé Mira tem como principal atração uma legítima casa de pau-a-pique, erguida pelo próprio Zé Mira, com paredes barreadas, forno a lenha e teto protegido por legítimas telhas de coxa.
No espaço, há um salão de exposições, oficinas de vídeo, artesanato, música e o Museu do Tropeiro.
A Casa desenvolve uma série de ações educativas e culturais junto a escolas, universidades, grupos religiosos e a comunidade em geral, alcançando não apenas o Vale do Paraíba, mas também o Litoral Norte e a Serra da Mantiqueira.
Nesta comédia-solo o ator e autor Marcelo Médici interpreta nove personagens e surpreende com sua agilidade e talento de mudar radicalmente de expressão e voz. Com uma linguagem moderna, humor inteligente e veloz, o espetáculo contagia o público, levando-o as gargalhadas do início ao fim.
Um dinâmico musical, didático, histórico e social, onde os bailarinos da Cia, contam, cantando e dançando, a história da dança através dos tempos, tendo como mestre de cerimônia o Rei Sol.
Coreografia inspirada no trágico romance da História de Portugal, interpretada pela CNB - Companhia Nacional de Bailado. Relata o romance trágico entre D.Pedro - oitavo rei de Portugal, filho de D. Afonso IV - e Inês de Castro - uma das damas de companhia da rainha.
O Projeto que valoriza a cultura local fornecendo elementos da história da arte e das técnicas de artes visuais para estudantes da rede pública de ensino.
Organizar e tornar disponível ao acesso público o acervo (bibliográfico, arquivístico e museológico) depositado na Fundação Mario Covas, por meio da implantação de um Centro de Documentação e Arquivo Institucional
Sinopse
Comédia musical escrita por Peter Quilter e inspirada na história real da cantora Florence Foster Jenkins, conta a trajetória de uma mulher cheia de entusiasmo que herdou muito dinheiro, o suficiente para financiar sua própria carreira. A cantora só não tinha uma coisa: talento. Apesar disso, Florence converteu-se em vida em uma personagem muito popular.
No papel de Florence, Marília Pêra, que esforça-se para tornar sua bela voz em uma tortura na pele da desafinada soprano. "A composição desta personagem foi extremamente difícil para mim porque passei a minha vida inteira tentando aprender a cantar, e de repente, tenho que fazer justamente o contrário, desafinar", brinca Marília Pêra. Eduardo Galvão interpreta o pianista Cosme McMoon, músico que adorava fazer caras e bocas e acompanhou Florence por toda a sua vida.
No elenco, ainda, Guida Vianna, em três papéis: uma empregada doméstica mexicana; Dorothy, a melhor amiga de Florence; e Verida, uma espectadora nervosa com a falta de talento da diva. A direção é de Charles Möeller e Cláudio Botelho, com produção é de Sandro Chaim e Claudio Tizo.
Dezoito anos depois de sua última passagem pelo país, o português Julio Pomar está de volta em 2008, com mais de 100 obras na bagagem.
A exposição "Julio Pomar: Um artista Português", patrocinada pela EDP no Brasil, reúne pinturas, desenhos, gravuras e esculturas, que fazem parte de coleções públicas e privadas de Portugal e da França.
Durante a exposição, o público faz uma viagem no tempo, apreciando os primeiros trabalhos do artista, da década de 40, até as obras mais atuais.
Os trabalhos marcam o traço livre que o artista presa em suas obras, integrando a forma, o espaço e a cor numa mistura de histórias e mitos. A mostra tem a curadoria do crítico Hellmuth Wohl, professor emérito de história da arte da Universidade de Boston, e um dos maiores especialistas em arte portuguesa da segunda metade do século 20.
LER É UMA VIAGEM é um programa de incentivo à leitura criado em 2003 (pela atriz e cantora Elida Marques) que desenvolve pesquisas para estimular o hábito e o prazer da leitura entre crianças, jovens e adultos de todo o Brasil.
Apresentado por uma leitora pública, o participante é convidado a "viajar" pelos caminhos fantásticos que a leitura sugere, acompanhados pela sutileza da música executada, ao vivo, por músicos convidados. O grupo realiza pesquisa de repertório e das linguagens cênica e musical para atender seus diversos públicos.
O projeto tem os seguintes formatos de apresentações:
SESSÃO DE LEITURA
Para público variado em bibliotecas, auditórios, escolas particulares e instituições culturais, onde os artistas atuam sem amplificação do som.
CONCERTO LITERÁRIO
Permite usar amplificação de som, recursos teatrais e, assim atingir platéias maiores, como por exemplo, em teatros.
LER NAS ESCOLAS
Desenvolvimento de programa de incentivo à leitura em escolas da rede pública de ensino, com patrocínio da iniciativa privada.
RECITAL
O repertório que pode ser encomendado e pode acontecer em uma empresa ou até mesmo residência. Além desses formatos, realizam-se também saraus e performances literárias.
O concurso que em 2005 selecionou registros fotográficos de moradores da área de atuação da EDP Bandeirante foi transformado em livro, em edição comemorativa que reúne as melhores fotos dos 28 municípios participantes.
Retrato bem-humorado de uma família média brasileira. O cotidiano é o fio condutor da narrativa, deixando claro o humor corrosivo e ferino das relações familiares, onde tudo é perdoado, em nome do amor.
Um caminhão do Festival percorre cidades exibindo - em praças, praias, bares, universidades e escolas - uma seleção de filmes premiados do Minuto e fazendo promoção da marca do patrocinador e dos temas do Festival por onde passa.
Estrutura: Caminhão com dois monitores de cristal líquido de 52 polegadas (montados na lateral do baú).
Vídeos selecionados: Exibição de 50 vídeos premiados do acervo de 18 anos do Festival.
Divulgadora: Contratação de uma promotora para acompanhar as exibições, promovendo a iniciativa
Material Gráfico: Distribuição de 500.000 mini-postais nas cidades e em locais estratégicos, como pedágios e pontos de interesse das cidades.
Estrelado pela atriz Zezé Polessa, o monólogo apresenta uma visão divertida e bem humorada sobre o casamento. Adaptada por Zezé Polessa, Maria da Luz e Victor Garcia Peralta de obra homônima da jornalista argentina Viviana Gómez Thorpe, essa peça contou com o co-patrocínio da EDP Bandeirante
Cidades: Campo Grande (MS), Vitória (ES), Tocantins (TO), dois municípios do Vale do Paraíba (SP; nomes em breve).
Fique ligado para conhecer as datas e locais de apresentação.
O casamento perfeito de Martin é abalado por um amor inesperado. Martin está completamente apaixonado por Sylvia. Seria uma história de uma relação ameaçada por um novo amor se não fosse um detalhe: Sylvia é uma cabra! Com adaptação e direção de Jô Soares e os atores José Wilker e Vera Holtz.
Apresentado pela EDP Bandeirante nas cidades de Caçapava, Cruzeiro, Canas, Roseira e Taubaté, o espetáculo "Tonho Prado" conta a saga de um caipira que, na luta para enaltecer as suas raízes, destaca a importância do resgate cultural de uma "espécie".
O jeito matuto de Tonho mostra que o caipira, além de nunca perder a pose de sabichão, sabe arrancar boas risadas do público.
O projeto Teatro a Bordo, realizado pela BERTHI Produção e Arte, nasceu em 2007 na Baixada Santista com a missão de levar a diversidade cultural para cidades mais distantes e carentes de aparelhos e eventos culturais.
Neste intuito, com a idealização de Talita Berthi, nasceu um teatro móvel utilizando um contêiner adaptado como palco. Desde então, foram 39 cidades percorridas e um público de mais de 250mil pessoas. Entre os anos de 2008 e 2009 o projeto foi realizado em parceria com a Abaréteatro.
Em 2010, com direção de Ednaldo Freire, o projeto ganhou a montagem do espetáculo “Mais quero Asno que me carregue, que Cavalo que me derrube” de Carlos Alberto Soffredini e percorreu 36 cidades entre os Estados de SP, MG, BA, ES e TO.
Em 2011 o projeto foi encenado em 22 cidades entre os Estados de SP e TO, numa turnê em conjunto com os artistas da Cia Arueiras do Brasil e Trupe Olho da Rua.
Com o contêiner adaptado, o projeto pretende resgatar o formato da arte teatral tal como era à época da “commedia dell'arte”, surgida na Itália medieval e que se prolongou até o século XVIII. Porém, os “cavalos que agora puxam a carroça” hoje são mecânicos.
Desta forma, surge o Teatro a Bordo com uma programação que aposta no poder reparador da comédia popular que faz o público rir das situações em que se enxerga e se identifica.
Esse riso é de prazer, mas também de esperança, por reconhecer-se como único protagonista da mudança de sua própria história.